{"id":2407,"date":"2026-07-28T09:33:22","date_gmt":"2026-07-28T12:33:22","guid":{"rendered":"https:\/\/blacknewsbrasil.com.br\/?p=2407"},"modified":"2026-07-28T09:33:22","modified_gmt":"2026-07-28T12:33:22","slug":"anitta-faz-de-equilibrium-2-um-marco-da-musica-e-da-espiritualidade-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blackmidia.com.br\/?p=2407","title":{"rendered":"Anitta faz de Equilibrium 2 um marco da m\u00fasica e da espiritualidade brasileira"},"content":{"rendered":"<div class=\"conteudo\">\n<p>Em 23 de julho de 2026, Anitta lan\u00e7ou &#8220;Equilibrium 2&#8221;. A cantora sempre foi uma artista de contrastes, mas nunca antes esses contrastes haviam se encontrado em um lugar t\u00e3o sagrado quanto neste projeto. O nono \u00e1lbum de est\u00fadio da cantora d\u00e1 continuidade ao que j\u00e1 havia come\u00e7ado em &#8220;Equilibrium&#8221;, um projeto que, em sua primeira vers\u00e3o, j\u00e1 era uma homenagem poderosa \u00e0s religi\u00f5es de matriz africana e \u00e0 for\u00e7a da ancestralidade. Agora, Anitta vai al\u00e9m. Ela transforma seu est\u00fadio caseiro em um terreiro. Os tambores que ecoam no disco n\u00e3o s\u00e3o apenas instrumentos, s\u00e3o a voz dos orix\u00e1s, a pulsa\u00e7\u00e3o da ancestralidade que atravessa o Atl\u00e2ntico e se encontra com o funk, o samba, o forr\u00f3 e a bossa nova.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Capa do \u00e1lbum com Anitta em pose de rever\u00eancia ou com elementos simb\u00f3licos do Candombl\u00e9 --><\/p>\n<p>O que torna este projeto uma obra extraordin\u00e1ria \u00e9 a maneira como Anitta conseguiu, pela primeira vez na m\u00fasica popular brasileira, fundir religi\u00e3o e m\u00fasica em perfeita simbiose. Se &#8220;Equilibrium&#8221; j\u00e1 havia aberto esse caminho, &#8220;Equilibrium 2&#8221; aprofunda e consolida a fus\u00e3o, elevando a proposta a um novo patamar. N\u00e3o h\u00e1 aqui uma apropria\u00e7\u00e3o superficial ou uma refer\u00eancia ex\u00f3tica. H\u00e1 um mergulho profundo, respeitoso e aut\u00eantico em sua pr\u00f3pria f\u00e9. A cantora n\u00e3o canta sobre o Candombl\u00e9; ela canta a partir do Candombl\u00e9, como quem reza em voz alta.<\/p>\n<h4>A jornada pelo terreiro de Anitta<\/h4>\n<p>A porta do terreiro se abre com <strong>&#8220;Voc\u00ea J\u00e1 Sabe&#8221;<\/strong>, uma faixa que \u00e9 pura afirma\u00e7\u00e3o. &#8220;Voc\u00ea j\u00e1 sabe quem chegou \/ S\u00f3 pelo toque do tambor&#8221;, alerta Anitta nos versos de abertura. A m\u00fasica, um mix de funk e maculel\u00ea produzido pelo trio Los Brasileros, estabelece o tom do disco: aqui, a m\u00fasica \u00e9 ritual, e quem n\u00e3o entender isso, n\u00e3o entendeu nada.<\/p>\n<p>O tambor que ecoa em &#8220;Voc\u00ea J\u00e1 Sabe&#8221; n\u00e3o \u00e9 um tambor qualquer. No Candombl\u00e9, o toque para Exu, o orix\u00e1 mensageiro, senhor dos caminhos e das encruzilhadas, tem uma batida espec\u00edfica, acelerada, vibrante e inconfund\u00edvel. \u00c9 um chamado. A m\u00fasica de Anitta n\u00e3o reproduz exatamente o toque ritual\u00edstico, mas o evoca: a fus\u00e3o do funk com o maculel\u00ea cria uma batida que, embora urbana, carrega a mesma energia de chamado e presen\u00e7a que o toque de Exu nos terreiros. Ao abrir o \u00e1lbum com esse som, Anitta n\u00e3o est\u00e1 apenas fazendo uma escolha est\u00e9tica: est\u00e1 convocando a energia de Exu para abrir os caminhos do projeto, como se faz nos terreiros antes de qualquer trabalho espiritual.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta em performance ao vivo com tambores --><\/p>\n<p>Em <strong>&#8220;Sal Grosso&#8221;<\/strong>, o baile funk encontra o Candombl\u00e9. A faixa traz o sotaque jamaicano e uma mensagem clara: em Madureira, tem que respeitar. A parceria com Kbrum conecta a periferia carioca \u00e0 Jamaica, mostrando que a di\u00e1spora africana n\u00e3o tem fronteiras.<\/p>\n<p>A for\u00e7a nordestina chega com <strong>&#8220;N\u00e3o Me Cutuca&#8221;<\/strong>, onde o xaxado encontra o house music. A faixa \u00e9 um aviso, uma afirma\u00e7\u00e3o de for\u00e7a que homenageia as ra\u00edzes paraibanas de Anitta. A interven\u00e7\u00e3o de Alceu Valen\u00e7a \u00e9 curta, mas poderosa, um encontro de gera\u00e7\u00f5es da m\u00fasica brasileira.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta e Alceu Valen\u00e7a em um cen\u00e1rio de sert\u00e3o --><\/p>\n<p><strong>&#8220;Eu N\u00e3o Sou Santa&#8221;<\/strong> traz o forr\u00f3 e a sanfona de Mestrinho, mas transcende o catolicismo popular para abra\u00e7ar uma devo\u00e7\u00e3o mais ampla, conectando o sagrado feminino em todas as suas formas. A faixa \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o de independ\u00eancia espiritual.<\/p>\n<p>A eletr\u00f4nica encontra o ponto de Exu em <strong>&#8220;Feiti\u00e7o&#8221;<\/strong>. A faixa sampleia &#8220;Botaram Feiti\u00e7o&#8221;, de J.B. de Carvalho, e traz a atmosfera densa e poderosa de um trabalho espiritual. Mart&#8217;n\u00e1lia adiciona a sofistica\u00e7\u00e3o e a tradi\u00e7\u00e3o do samba a este canto de terreiro.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta em um cen\u00e1rio m\u00edstico, com velas e elementos de f\u00e9 --><\/p>\n<p>O reggae do Natiruts se encontra com a espiritualidade afro-brasileira em <strong>&#8220;Abre Caminho&#8221;<\/strong>, uma faixa que pede prote\u00e7\u00e3o e abertura de caminhos, com a levada suave e positiva de Alexandre Carlo.<\/p>\n<p><strong>&#8220;Sem Pressa&#8221;<\/strong> \u00e9 um manifesto. Nascida da decis\u00e3o de Anitta de recuar da carreira internacional para se reconectar consigo mesma, a faixa prega um ritmo mais calmo para a vida. O ijex\u00e1 que embala a m\u00fasica \u00e9 um convite \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta em um momento de tranquilidade, em seu est\u00fadio --><\/p>\n<p>O cora\u00e7\u00e3o espiritual do \u00e1lbum \u00e9 <strong>&#8220;Ogum Me Rodeia&#8221;<\/strong>. Anitta, Maria Beth\u00e2nia e Let\u00edcia Fialho se unem em uma prece poderosa ao orix\u00e1 guerreiro. A presen\u00e7a de Beth\u00e2nia, uma das maiores vozes da m\u00fasica brasileira, \u00e9 um selo de legitimidade e profundidade. Beth\u00e2nia declama um poema na faixa, conectando a tradi\u00e7\u00e3o oral \u00e0 m\u00fasica contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta, Maria Beth\u00e2nia e Let\u00edcia Fialho em imagem que remete \u00e0 for\u00e7a e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de Ogum --><\/p>\n<p><strong>&#8220;Contempla\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong>, com o Grupo Of\u00e1, \u00e9 uma das faixas mais et\u00e9reas do \u00e1lbum. Soa como um mantra, com harmonias cristalinas e os coros hipn\u00f3ticos do grupo formado por integrantes da comunidade do Terreiro do Gantois, em Salvador. \u00c9 uma ora\u00e7\u00e3o em forma de m\u00fasica.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta com o Grupo Of\u00e1 em um ambiente de terreiro ou contempla\u00e7\u00e3o --><\/p>\n<p><strong>&#8220;Pra Voc\u00ea Gostar de Mim&#8221;<\/strong> \u00e9 uma homenagem a Carmen Miranda. Anitta revisita a est\u00e9tica da artista que se tornou s\u00edmbolo do Brasil no exterior, mas com um olhar cr\u00edtico e contempor\u00e2neo, observando a pr\u00f3pria vida e carreira a partir dessa lente.<\/p>\n<p>A \u00fanica faixa do \u00e1lbum que n\u00e3o \u00e9 cantada em portugu\u00eas \u00e9 <strong>&#8220;Azul&#8221;<\/strong>, uma vers\u00e3o em espanhol de Djavan. Uma escolha ousada que mostra o respeito de Anitta pelo gigante da MPB.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta em um cen\u00e1rio l\u00edrico com ilumina\u00e7\u00e3o azul --><\/p>\n<p>O \u00e1lbum se fecha com um grito de resist\u00eancia. <strong>&#8220;OKE&#8221;<\/strong>, uma &#8220;rave ind\u00edgena&#8221;, une Anitta, o grupo Br\u00f4 MC&#8217;s e a rapper Kat\u00fa Mirim, ampliando a discuss\u00e3o sobre ancestralidade para al\u00e9m da heran\u00e7a africana e incorporando a presen\u00e7a dos povos origin\u00e1rios. \u00c9 um marco para a m\u00fasica ind\u00edgena contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Anitta com os Br\u00f4 MC's e Kat\u00fa Mirim em cen\u00e1rio que remete \u00e0 cultura ind\u00edgena --><\/p>\n<h4>Al\u00e9m da m\u00fasica<\/h4>\n<p>Longe de ser apenas um projeto musical, Equilibrium 2 marca um dos momentos mais ousados da m\u00fasica brasileira contempor\u00e2nea ao colocar o Candombl\u00e9 e a cosmologia dos orix\u00e1s no centro de uma obra pop de alcance internacional. O que torna esse \u00e1lbum singular n\u00e3o \u00e9 apenas sua qualidade musical, mas sua capacidade de unir tr\u00eas elementos que raramente convivem em equil\u00edbrio: entretenimento, espiritualidade e mercado pop.<\/p>\n<p>Na ind\u00fastria fonogr\u00e1fica internacional, refer\u00eancias religiosas costumam aparecer de forma pontual, metaf\u00f3rica ou como elemento est\u00e9tico. Anitta faz diferente. Sua espiritualidade n\u00e3o aparece como figurino. Ela organiza toda a narrativa do projeto. Essa escolha exige coragem. Religi\u00f5es de matriz africana continuam sendo alvo de preconceito no Brasil. Dados do Disque 100 mostram que, no per\u00edodo de 2024 a 2026, as den\u00fancias de intoler\u00e2ncia religiosa cresceram 16%, atingindo de forma desproporcional praticantes do Candombl\u00e9 e da Umbanda. Ao colocar essa identidade no centro de uma obra global, a cantora amplia a visibilidade dessas tradi\u00e7\u00f5es e desafia estigmas hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p><!-- \ud83d\udcf8 Sugest\u00e3o de imagem: Foto de um terreiro autorizada, ou imagem simb\u00f3lica de elementos da cultura afro-brasileira (atabaques, contas, folhas sagradas), sempre com respeito ao contexto religioso --><\/p>\n<p>\u00c9 comum encontrar artistas que mencionam orix\u00e1s em uma can\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m existem \u00e1lbuns dedicados \u00e0 cultura afro-brasileira. O que faz Equilibrium 2 se destacar \u00e9 a forma como praticamente todo o projeto dialoga com valores ligados \u00e0 ancestralidade, ao equil\u00edbrio espiritual e \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o da identidade. Independentemente da religi\u00e3o do ouvinte, o \u00e1lbum prop\u00f5e uma experi\u00eancia baseada em autoconhecimento, pertencimento e reconcilia\u00e7\u00e3o consigo mesmo.<\/p>\n<p>Anitta declarou publicamente seguir o Candombl\u00e9 e j\u00e1 falou em entrevistas sobre a import\u00e2ncia dessa religi\u00e3o em seu processo de transforma\u00e7\u00e3o pessoal. Ao assumir essa identidade, tornou-se uma das artistas brasileiras de maior proje\u00e7\u00e3o internacional a tratar de forma aberta uma religi\u00e3o de matriz africana, contribuindo para ampliar sua visibilidade em um cen\u00e1rio ainda marcado pela intoler\u00e2ncia religiosa.<\/p>\n<p>Ao reunir refer\u00eancias musicais, religiosidade de matriz africana e diferentes tradi\u00e7\u00f5es sonoras brasileiras, Equilibrium 2 consolida-se como uma das obras mais ambiciosas da carreira de Anitta. Independentemente da recep\u00e7\u00e3o comercial, o \u00e1lbum amplia o espa\u00e7o das religi\u00f5es de matriz africana no debate cultural brasileiro e refor\u00e7a a m\u00fasica como instrumento de identidade, mem\u00f3ria e pertencimento.<\/p>\n<\/div>\n<h3>Lente BNB<\/h3>\n<p>Anitta n\u00e3o apenas fez um \u00e1lbum. Ela ergueu um monumento. Em Equilibrium 2, a cantora encontrou o raro ponto de coes\u00e3o onde a m\u00fasica popular e a f\u00e9 se encontram sem perder a identidade de nenhuma. O projeto, que inclui um curta-metragem de 35 minutos, \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o de que a espiritualidade afro-brasileira n\u00e3o \u00e9 um nicho, mas uma for\u00e7a estruturante da cultura do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de Maria Beth\u00e2nia em &#8220;Ogum Me Rodeia&#8221; e do Grupo Of\u00e1 em &#8220;Contempla\u00e7\u00e3o&#8221; n\u00e3o \u00e9 apenas uma escolha art\u00edstica, \u00e9 um selo de legitimidade. Beth\u00e2nia, uma das maiores int\u00e9rpretes da m\u00fasica brasileira, e o Grupo Of\u00e1, ligado ao Terreiro do Gantois, conectam o projeto \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o, \u00e0 oralidade e \u00e0 resist\u00eancia negra.<\/p>\n<p>Ao reunir funk, ijex\u00e1, forr\u00f3, reggae, xaxado e rave ind\u00edgena, Anitta fez mais do que um disco ecl\u00e9tico. Ela mostrou que a m\u00fasica negra brasileira n\u00e3o \u00e9 um g\u00eanero, mas um universo. E que, neste universo, o sagrado e o popular podem co-existir em perfeito equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>A pergunta que a Lente BNB faz ao ouvir Equilibrium 2 \u00e9: o que acontece quando uma das maiores artistas do pa\u00eds decide colocar sua f\u00e9 no centro de sua obra? A resposta \u00e9 este \u00e1lbum, uma obra que, como ela mesma canta, prova que o ax\u00e9 pode estar em qualquer lugar, at\u00e9 mesmo no topo das paradas.<\/p>\n<h3>Fontes consultadas<\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/cultura\/anitta-lanca-equilibrium-2-maior-homenagem-as-religioes-de-matriz-africana\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Globo: Anitta lan\u00e7a Equilibrium 2 e faz a maior homenagem \u00e0s religi\u00f5es de matriz africana (23\/07\/2026)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pop-arte\/musica\/noticia\/2026\/07\/23\/equilibrium-2-o-disco-sagrado-de-anitta.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1: Equilibrium 2: o disco sagrado de Anitta (23\/07\/2026)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ilustrada\/2026\/07\/equilibrium-2-como-anitta-mistura-fe-e-musica.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Folha de S.Paulo: Equilibrium 2: como Anitta mistura f\u00e9 e m\u00fasica (24\/07\/2026)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/billboard.com.br\/anitta-encontra-seu-equilibrio-no-novo-disco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Billboard Brasil: Anitta encontra seu equil\u00edbrio no novo disco (25\/07\/2026)<\/a><\/p>\n<p><strong>BlackNews BRASIL \u2013 Um ecossistema de Jornalismo Negro e Independente.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dando continuidade ao projeto iniciado em Equilibrium, o nono \u00e1lbum de Anitta aprofunda a homenagem \u00e0s religi\u00f5es de matriz africana. Com faixas que v\u00e3o do ijex\u00e1 ao funk, passando por forr\u00f3, reggae e rave ind\u00edgena, a cantora do Candombl\u00e9 amplia a fus\u00e3o entre m\u00fasica popular e espiritualidade.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2410,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"video","meta":{"footnotes":""},"categories":[83,90,100],"tags":[156,168,179,199,226,232,233,311,330,536,732],"tmauthors":[],"class_list":["post-2407","post","type-post","status-publish","format-video","has-post-thumbnail","category-cultura","category-entretenimento","category-musica","tag-anitta","tag-blacknewsbrasil","tag-candomble","tag-culturaafrobrasileira","tag-equilibrium2","tag-exu","tag-fe","tag-ogum","tag-religiosidade","tag-destaque","tag-musica","post_format-post-format-video"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2407"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2407\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2410"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2407"},{"taxonomy":"tmauthors","embeddable":true,"href":"https:\/\/blackmidia.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftmauthors&post=2407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}